28 Jan
Este casaco pessoas, este casaco. Da Kling.

Do it yourself

27 Jan
Adoro esta nova tendência dos do it yourself. A crise pode ser uma megera, que é, mas dá o empurrão criativo necessário para que a obra nasça. De colares a sapatos, de pulseiras a carteiras, tudo pode ser feito. Tenho pena que me falte em jeito e paciência o que me sobeja em trapalhice nisto das mãos de fada. O que, ainda assim, não impede que me aventure um dia destes na arte do faça você mesma. Nesta equação de tentativa e erro o resultado será, parece-me, provavelmente positivo. Alguém se atreve?

Stand Up Comedy

27 Jan
Se há coisa de que gosto nesta vida é de rir e fazer rir. E, a confirmar aquele ditado de que cada testo tem um tacho, tive a felicidade de dar com uma pessoa igualmente divertida. Por isso ontem foi dia de aproveitar a sugestão da Hang Out e rumar ao TAGV para uma noite hilariante. Portugal versus Brasil em Stand Up Comedy. Foram aproximadamente duas horas de riso fácil temperado com gargalhadas de fazer agarrar à barriga. Sala cheia, boa disposição, e humor de se tirar o chapéu. Caso tenham oportunidade não deixem de ver no Porto ou em Lisboa: João Seabra, Bruno Mota, Larissa, Hugo Sousa e Miguel Sete Estacas.
Quanto a mim… saia estampada, aroma docemente forte, colar de penas, casaco de pelos qual escudo contra o frio, e uma pitada de cor.

Degraus da vida: De concorrente a modelo

26 Jan
Foi sem grandes surpresas que vi o João Mota ser a nova cara do Miguel Vieira. Não, o Miguel Vieira não fez nenhuma plástica para ficar com cara de vinte, apenas contratou o rapaz para uma campanha da sua marca (risos).
Nunca acompanhei de perto a Casa dos Segredos, mas lembro-me de ver o rosto do moçoilo estampado nas revistas, um pouco por todo o lado, e achar que até era engraçado. Com um jeito aqui outro acolá até teria pinta de modelo. Parece que não fui só eu a pensar isto e a ver ali um potencial, independentemente da sua personalidade (que desconheço). A Elite agarrou nele e fez a transformação que se exigia. O próximo passo será, provavelmente, decalcá-lo o mais possível da imagem do reality show e colá-lo à imagem de nativo do estilo.
O tempo dirá se vingará na moda. Eu acho que se tiver juízo e humildade tem tudo para isso.

Da Laetitia com amor

26 Jan
Modéstias à parte é bom saber que gostam de nós. Que se identificam connosco, que se revêem nas linhas que escrevemos, que de uma ou outra forma apreciam o que fazemos e o que somos. Por isso agradeço desde já a todos os que se por aqui expressam (adoro partilhar vivências), aos que passam religiosamente todos os dias mas preferem apenas observar, aos que cá chegam por mero acaso mas que ficam por gosto, aos de sempre, aos recentes, aos que ainda irão vir. Nem sempre tenho tempo para responder a todos os comentários, mas leio-os com igual carinho. Para vocês que por um, ou mil e um motivos passam por cá, hoje estou aqui. A desvendar um bocadinho de mim.
Obrigada por estes três anos de blogue. Sem leitores isto não teria qualquer piada, podem estar certos.

Neon Winter

26 Jan

Fim de tarde num Janeiro ameno. O inverno encanta-se com a primavera permitindo-lhe pinceladas de cor numa combinação (im)provável: neon e leopardo. Amores antigos: Melissas, estampado animalesco, batom garrido, e botões pormenorizadamente bordados.

De Candace Bushnell a Megan Hess

25 Jan
Embora a Candace Bushnell não seja autora do meu tipo de literatura predilecta, sou forçada a admitir que de quando em vez apetece consumir livros sem grande carga intelectual. E esse tipo de literatura, tiro-lhe o chapéu, ela escreve como ninguém. Confesso que tenho quase todos os seus livros e – afirmo-o sem embaraços – li-os num ápice, qual fast food literária. Além da escrita que nos remete para vidas que de alguma forma todas as meninas já sonharam ter um dia, as capas das suas obras são sempre geniais em termos de ilustração. Isso, porém, deve-se já a outra senhora, Megan Hess. Dona de um talento especial na arte do desenho, lança agora um livro que teve por fonte de inspiração as penas pretas. The Black Feather Collection é obrigatório para quem gosta destas coisas, ou simplesmente para quem aprecia engenho de traços. Ora espreitem aqui.

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Addicted to green

25 Jan
O verde não é, de todo, das minhas cores preferidas. Sei que parece um contra senso afirmá-lo uma vez que ultimamente tem-me dado para estas tonalidades verdejantes. Nem eu sei explicar. Desta feita temos renda – um amor de sempre e para sempre – casaco austero no combate ao frio com deliciosos pormenores de veludo, e botas básicas para palmilhar cidade e meia. 

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24 Jan
A lontra achou que estava a ter um dia atarefado e por isso decidiu descansar. Numa esplanada a apanhar sol, que isto à vida boa até os animais se habituam. Vejam tudo aqui.

Charlotte Olympia: Cindy Piano

24 Jan
Há mil e uma razões para se gostar de pianos. São minimalistas, apostam no preto no branco, associam sonoridade elegante a visualidade sofisticada. Prometem levar-nos a outros mundos com as suas notas. A mesma promessa nos deixam estes Charlotte Olympia por cerca de 308 libras, em tempos onde se (re)descobre o preto e branco, quer na moda quer no cinema. Para cenário perfeito só faltava tê-los nos pés enquanto me deliciava ao som de uma melodia. Tocada num majestoso piano, claro está.

As pernas de ouro deste Portugal

24 Jan
Numa época em que a palavra dominante é austeridade eis que se fica a saber que a nossa selecção de futebol  é a que mais vai gastar no Euro 2012. Qualquer coisa como 33 mil euros por dia. Ora se é verdade que em campo lideramos pouco, em luxo – está bom de ver – somos campeões. Pois claro, queremos os meninos bem tratados, mimados no spa, levados ao limite no ginásio, caprichos satisfeitos e disposição nas alturas. O problema disto é que, por melhores jogadores que tenhamos, por mais que se gaste no seu bem-estar, assim de repente não me ocorre nada que Portugal tenha ganho nos últimos anos. Ficamo-nos sempre pelo quase…ai quase éramos campeões, ai quase fomos à final, ai quase ganhámos. E a história, essa, não se compadece com os quases. Tampouco se faz deles.
Então se somos quase bons por que raio temos que ter instalações dignas dos melhores? Um três estrelas não cumpria os requisitos? Ah já me esquecia o quanto gostam algumas pessoas de viver de aparências. Estamos falidos mas frequentamos hotéis de topo. Afinal temos pernas de ouro que não podem repousar em qualquer cama, ora bolas!

Futilidade rima com liberdade

23 Jan
Enquanto alguns vêem na moda um mote de futilidade, outros vêem nela arte e criatividade. Indiscutível, parece-me, é que nela se respira liberdade. De ideias, de cortes, de conjugações. Que o diga a top model tunisina, nova musa da casa Lancôme, Hanaa Ben Abdesslem. Dona de uma beleza irreverente e pouco comum, ela é uma modelo vinda de um país onde a moda é equiparada à prostituição. É a mulher que se atreveu a desafiar mentalidades, e a fazer da imagem instrumento de trabalho num lugar em que a beleza só pode ser vista pelos maridos, no recato do lar. E foi precisamente na arte de desfilar que a modelo de olhos expressivamente penetrantes encontrou a liberdade para quebrar barreiras, sobretudo culturais.
Aqui está a prova de que a moda pode até ser fútil mas é, decididamente, muito mais do que isso.

Lost in Wonderland

23 Jan
Há dias em que nos apetece perder a cabeça em pensamentos enquanto caminhamos sem destino. Turbilhão de ideias que fervilham na mente, subordinadas a um qualquer poder real. Dias em que os sapatos gritam ao mundo que somos princesas do nosso reino. Este foi um desses dias. Blusa de renda à moda antiga, calções de veludo, casaco às bolinhas, e um toque de vermelho num mar negro.

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O meu vício tem nome: Nouvelle Vague

21 Jan

Ando absolutamente rendida ao Nouvelle Vague que já tinha comprado o ano passado. Uma cor deliciosamente primaveril, que apetece levar nas unhas para passear à beira rio. Provavelmente de gelado na mão.

Golden skull day

20 Jan
Quando se adivinha um longo dia logo pela manhã, nada melhor que uma camisola quente, um colete deliciosamente aconchegante,  as botas que nunca nos deixam ficar mal por mais que andemos, e a mala onde cabe quase toda a nossa vida. Quanto aos acessórios? Gosto de caveiras e gosto de dourado.

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Quero muito ver este…

20 Jan

19 Jan
Depois de um dia cansativo como o de hoje em que até os pés de princesa deram de si de tanto que andei, o desfecho mais provável seria aterrar na cama. Mas como gosto de ser do contra ainda vou ali ao cinema. Espero que o filme seja bom o suficiente para não ser flagrada a dormitar com todas as coisas chatas que isso implica: cabecita a pender para cima do vizinho, etc, etc. E daqui nasce uma nova teoria: só sabemos que um filme realmente vale a pena quando mesmo estando moídos de cansaço ele nos prende a atenção de fio a pavio.

O corvo snowboarder

19 Jan
Para quem como eu gosta de começar o dia de sorriso nos lábios este é um vídeo obrigatório. Não leva muito mais do que um minuto e o riso é garantido. É que, afinal, não é todos os dias que se vê um corvo a fazer snowboard. À sua medida, claro está.

Indecisões

18 Jan
E agora, qual leio primeiro?

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Homicida verbal

18 Jan
Quis sabe-se lá quem ou o quê que nós, humanos, fôssemos portadores de defeitos e virtudes. Qualidades ou peculiaridades que nos tornam únicos, verdade seja dita. Ao divagar sobre isto – de chávena de chá pensativa na mão – ponho-me a equacionar a minha própria personalidade. E se por um lado é verdade que sou um doce de miúda, por outro também o é que sou um poço de defeitos. Talvez o mais flagrante seja o facto de ser uma homicida verbal. Assumida, ao menos isso. Quando me chateio com alguém, ou quando me magoam (gosto de pensar que nunca o faço de forma gratuita, mas é possível que já tenha acontecido…sou humana, ora bolas!) torno-me implacável com as palavras. Faço delas bisturi para magoar onde mais dói. E só as calo quando vejo o olhar húmido do outro lado. Não me tomem por maquiavélica, não o sou. Sou apenas uma homicida verbal. Garanto que se houvesse uma prisão para os defeitos encurralaria este sem direito de defesa, e atiraria a chave algures numa imensidão. Assim apenas posso aprender a conviver com ele e a domesticá-lo todos os dias. Não é isso que se deve fazer aos malvados?

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Purple Sun

18 Jan

Há uns (valentes) anos o Prince eternizaria a “Purple Rain”. Eu, que sou mais dada ao energizante sol, prefiro dias de “Purple Sun” com os sapatos tricolores que me fazem as delícias, e com o cachecol menino dos meus olhos. Ainda que, devo admitir, dê comigo a cantarolar ” i only wanted to see you laughing in the purple rain, purple rain, purple rain la la la” enquanto desço a calçada rumo a um novo dia de Janeiro.

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Hang Out Coimbra

17 Jan
Que Coimbra é a cidade dos estudantes ninguém questiona. Contudo também é indiscutível que é muito mais do que isso. Por aqui há mil e um sítios giros para ver, restaurantes supimpas onde ir jantar, tascas típicas perfeitas para reunir os amigos a petiscar, lugares convidativos a passeios de mão dada, peças de teatro que nos alegram a alma, e muito, muito mais. Só que, mais vezes do que seria de desejar, na azáfama que é a vida as coisas passam-nos ao lado. Por isso surgiu esta página que nos dá todas as dicas do que anda a acontecer pela cidade. Acabaram-se as desculpas para preferir (sempre) a solidão do sofá porque surgiu a desculpa perfeita para sair da zona de conforto.  
Para os que são de cá, para os que têm Coimbra no coração, para os que partiram e desejam regressar, para os que são de fora e gostam de (nos) visitar… Hang Out Coimbra!

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Angry Birds do demónio…

17 Jan
Ou de como passei mais de meia hora na FNAC a jogar aquilo como se fosse uma agarrada. Só me vim embora porque o meu namorado me arrastou como se eu fosse uma criança contrariada a quem é preciso impor limites. Ao contrário, é muito provável que ainda lá estivesse agora. Aquilo é divertido, o que é que querem? Estes jogos deviam ser proibidos de tão viciantes que são. E pronto, agora tenho que passar longe da FNAC porque a tentação mora lá.

She moves like a leopard

17 Jan

Ultimamente a minha vida tem sido uma correria pouco compatível com saltos vertiginosos. Por isso, inspirada na agilidade felina, calcei os sapatos leopardo e fiz-me à estrada qual maratona de eliminação de tarefas. Não são para todos os gostos é certo, e são decididamente daquelas coisas que ou se ama ou se odeia. Eu cá amo e muito.
Quanto ao resto… conforto e simplicidade foram as palavras de ordem. Simplicidade como a entendo, sou obrigada a admitir.

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Essa coisa chamada letargia

16 Jan
A letargia dá-me cabo dos nervos. Então quando vem associada à incapacidade de resolução de problemas fico à beira do colapso nervoso. Se é certo que todos temos momentos de preguiça, também é ponto assente que há muito boa gente que faz dela o seu estilo de vida.
E com isso é muito difícil conviver. Pelo menos para mim.

My own (un)perfect world #18

16 Jan

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Domingo de chuva

15 Jan
Domingo cinzento, chuva a bater na vidraça, revistas e livros no quentinho do sofá. Não me apetece questionar o que quer que seja, só viajar para outros mundos e encantar os olhos com coisas bonitas página após página. Há lá coisa melhor?

Do blogue

14 Jan
Uma das minhas mais longas relações de amor é, sem ponta de dúvidas, com a moda. Gosto de roupa, gosto de sapatos, gosto de revistas com tendências, gosto de perfumes e cosméticos, gosto de brincar com acessórios e imaginar coordenados, gosto de atender os pedidos de ajuda das amigas e ir com elas às compras. E por isso tenho tentado colocar por aqui – com frequência diária – as minhas escolhas em coordenados dando literalmente o corpo ao manifesto (fotográfico, claro está). Ainda assim este blogue continua a ser o que sempre foi: uma colectânea das minhas paixões, do que me faz feliz, dos meus apetites e devaneios. É verdade que a moda também me faz feliz. Além de muitas outras coisas das quais também por aqui escrevo, e se tudo correr bem continuarei a escrever. 

 

Isto dos maçons…

13 Jan
De há uns tempos para cá o assunto maçonaria transformou-se num real concorrente da crise no domínio do tempo de antena. Desdobrou-se em jornais, em conversas de café, em diz que disse nas bocas do povo. Vejam lá que até uma vizinha minha que tem idade para ser bisavó se intriga com aquela gente. 
Mas a verdade é que eles sempre existiram. Sempre estiveram lá qual poder paralelo. Sempre houve interesses envolvidos, acordos fechados de avental, altos cargos irmãos de crença. Há uns anos, movida pela curiosidade que o secretismo provoca, li bastante acerca da maçonaria. E por isso temo que enquanto o escândalo rebenta e se põem a nu algumas verdades inconvenientes – despoletadas provavelmente por um elo descontente – se irá dar um adormecer estratégico que dura o que durar. Afinal qual é a pressa? A maçonaria já sobreviveu a muito pior ao longo dos anos e continua intacta. Daqui a uns tempos os media já se cansaram de repetir o mesmo, os rios de tinta já correram e desaguaram num mar de lucro, o tema de tão espremido já nem uma gota verte, e o povo – pacificado pela sua própria curta memória – já estará entretido com outra polémica surgida entretanto. Os encontros voltarão a dar-se, os negócios de avental voltarão a fechar-se, e os acordos sugadores de dinheiro (afinal não é à volta dele que gira quase tudo?) continuarão a levar-nos parte da contribuição monetária de cidadania… E a maçonaria, essa, voltará a respirar o alívio de a terem deixado em paz por mais uns tempos.

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Neon party

13 Jan
Se é verdade que o pormenor dos bolsos na saia me remetia para que a combinasse com cinzentos a puxar para os beges, também é verdade que gosto de ousar (e vocês meus amores, sabem-no bem). Por isso, ou porque brincar com a roupa me diverte, nada melhor que neon com um toque de azul petróleo. O preto esse, já se sabe, fica sempre bem.  E porque sou pessoa que lida mal com temperaturas baixas, socorri-me do meu eterno aliado no combate ao frio: um casaco de pelos.
Provavelmente esta vai ser a era mais fluorescente de que temos memória. Os meus olhos, eternos idolatradores de cor, agradecem. 

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Sexta-feira…13!

13 Jan
O dia começa como tantos outros. Dizem os supersticiosos que é dia de azar, mas apetece-me ser do contra e desejar um dia de sorte. Porque até pode ser sexta-feira 13, mas os raios de sol invadem-me a janela com uma irreverência divina, o meu novo chá de chocolate branco é delicioso, e a mensagem que recebi ao acordar arrancou-me um sorriso rasgado.
É verdade que no trabalho se antevê um dia difícil, mas isso agora não interessa nada.
Ora então tenham lá um dia sortudo cheio de coisas boas, sim? 

Maldade gratuita

12 Jan
De todos os defeitos inerentes ao ser humano o que mais me incomoda é a maldade gratuita. Aquele sentimento mesquinho de fazer mal só porque sim, que a agonia alheia regozija alguns egos. Não entendo este tipo de prazer, e também não tenho interesse em compreender. Mas gente que se vangloria das manipulações que faz assusta-me. Gente que se gaba da maldade provoca-me calafrios. Como se ser ruim fosse um qualquer passaporte de estatuto, uma prova de poder.
Dou comigo a pensar que pessoas assim não vivem, sobrevivem. À custa da vida dos outros, claro está.

Colourful Winter

12 Jan
Quem disse que o inverno tem que ser cinzento decerto não gostava de cor. Mas eu gosto e muito. Por isso atrevi-me a enfrentar o gelo que se faz sentir de batom excentricamente apetecível nos lábios -que rosa choque per si alegra-me- meias de lacinhos, e combinação de cores (para mim) deliciosa. Saí para abraçar o mundo de sorriso no rosto e sonhos na mala. Afinal  ele também é (um bocadinho) meu.




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Put a smile on your face!

11 Jan
Há pessoas que (quase) nunca usam o sorriso. E isso incomoda-me, sobretudo quando o que mais têm são razões para sorrir. Minha gente é de graça, deixa-nos mais bonitos, faz bem ao cérebro e ao mundo. A austeridade, qual ácido corrosivo, ainda não taxou o sorrir por se estar vivo e de boa saúde. Por isso vamos lá praticar isso. Já dizia o anúncio da Sumol e digo eu.

Stalkers

11 Jan
Tenho um medo danado que me calhe um na rifa. Como se costuma dizer para morrer basta estar vivo, e eu acrescento que para alguém cismar connosco basta sairmos de casa. 
Há pessoas perturbadas que até faz medo neste raio deste mundo, essa é a verdade. E para se despertar sentimentos dúbios em alguém que já de si não joga com o baralho todo não é preciso muito. Provavelmente é um risco que todos corrermos, este de termos alguém que nos persegue. Não acredito, sinceramente, que haja muito a fazer para evitar tal coisa. Mas pronto, que é um receio que me assola lá isso é.

Smile and say good morning!

10 Jan
 No mês de Janeiro mais ameno e soalheiro de que tenho memória há dias em que, ao acordar, apetece agarrar num par de sapatos vertiginosos, combiná-los com uma blusinha preta e com um casaco quente qual simplicidade despretensiosa (afinal pode estar sol mas ainda é inverno), e ir desafiar a vizinha amiga para um chá delicioso na pastelaria com as melhores tentações da cidade. Haverá melhor maneira de começar a jornada de labuta em beleza?

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Põe-me os cabelos em pé, é o que é!

9 Jan
Se há coisa que me aborrece é fazer pesquisa. Ao início é ver-me toda empolgada a procurar, mas ao fim de uns seis livros já estou à beira de um ataque, sem paciência. Começo a ficar enervada, e a minha cabeça começa a inventar mil e uma coisas para fazer numa tentativa de se esvair daquele mormaço, pobrezinha. Coisas tão importantes como o que vou vestir amanhã ou o que vou comer ao jantar assumem-se como uma prioridade assombrosa. Isto da tese é uma chatice, já vos tinha dito?

My own (un)perfect world #17

9 Jan

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Sou só eu?

7 Jan
A achar a nova publicidade da Meo com as criancinhas elitista como tudo?

O meu vício tem nome: Estée Lauder

7 Jan
Ou de como adoro o meu batom rosa choque. Gama Hydra Lustre, cor 52. 

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Butterfly Dreams

6 Jan
Em dia de estudo intensivo nada melhor que botas confortáveis, fazendo jus àquela que poderia ser uma digna banda sonora: “these boots are made for walking”. E porque gosto de pensar que tenho asas, o pormenor das borboletas a levar-me mais perto das alturas. Dos sonhos pelo menos.

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Da vida e da morte

5 Jan
Acho engraçada esta mania peculiar que as pessoas têm de serem benevolentes com os mortos. Em vida as criaturas podiam ser uns diabos infernizadores de almas e tudo mais. Mas basta baterem as botas para se transformarem nas melhores pessoas do mundo, coitadinhos que não mereciam tamanha tragédia. Como se não estivéssemos todos destinados a ela. E como se o simples facto de morrermos valesse mais que uma vida inteira de actos, gestos, e atitudes.

Elizabeth Grant

5 Jan
Ou Lana Del Rey, como é mundialmente conhecida. Em 2008 um fracasso, em 2011 um sucesso, em 2012 um provável estrondo dos bons. Uma miúda bonita, com uma voz que apetece ouvir no carro a caminho do trabalho, no ipod enquanto se viaja mais além, em casa enquanto se toma banho, ou até no quarto naqueles instantes em que os pensamentos se apoderam do nosso ser.
Carismática como se quer, adivinha-se-lhe um futuro fácil na música e até na moda. Dizem os rumores que será cara da Prada, mas de momento a única certeza é a de ter sido agenciada pela Next Model. 
Sem mais demoras, ouçam-na lá e deixem-se enredar…
 

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No meu tempo…

5 Jan
Ontem ouvi uma miúda desandar com uma velhota em plena rua. Desconheço o motivo, muito menos quem teria razão. Até poderia ser ela a tê-la, que não é por sermos velhos que nos tornamos santos. Mas só o facto de barafustar e gritar a plenos pulmões que estava farta de velhadas e que deveriam morrer todas fez com que me apetecesse pregar-lhe dois estalos na carinha laroca. É claro que não o fiz e continuei na minha vida, mas pela primeira vez a expressão “no meu tempo” fez verdadeiramente sentido. É que no meu tempo, mesmo quando não gostávamos, respeitávamos a terceira idade.

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Hora de ponta

4 Jan
Há quem odeie a hora de ponta. Eu gosto de imaginar vidas para as pessoas que vejo. Gosto de as observar, de tentar ler-lhes o pensamento. E para isso não há nada melhor que multidões e aglomerados. Hora de ponta, portanto.

Gold Elephant

4 Jan
Gosto de elefantes, gosto de amarelo, gosto de estar quente no inverno. E talvez por isso, ou simplesmente porque sim, vesti-me assim.

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Amores da vida

4 Jan
Durante muito tempo achei, quem sabe ingenuamente, que não existiam amores que durassem uma vida. Pensava que isso era imaginação recriada nos filmes, que era o romantismo no seu expoente máximo. 
Até que há uns dias vi na televisão um casal de velhotes que passaram uma vida a amar-se. Por circunstâncias várias casaram com outras pessoas, mas nunca saíram do pensamento um do outro. Quase cinquenta anos depois, viúvos, voltaram a encontrar-se para escrever uma história que ficara inacabada lá atrás, no passado. 
Também na minha família se deu um caso destes. Sessenta anos depois de um namoro interrompido por ciúmes, e já viúvos, resolveram juntar os trapinhos para que o tempo que resta seja vivido ao lado do grande amor. 
Eu, desde sempre incrédula, ao ver o brilho nos olhos daquela gente converti-me. Afinal não é só no “amor nos tempos de cólera” que o sentimento perdura. Também na vida há casos desses. E é tão bom quando ainda se vai a tempo de um final feliz.

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Piada de mau gosto

3 Jan
Fui só eu que achei de mau tom o facto de a Sic, em plena primeira noite do ano, se ter lembrado de transmitir um filme em que o mundo acaba…este ano?
Quer-me parecer que temos que enviar uns docinhos para lá para ver se aquela gente deixa de ser mórbida, que isto de começar um ano a agoirar não é nada simpático. Sejamos cépticos ou crentes. 

Neutral

3 Jan
O segundo dia do ano pintou-se com cores neutras no meu mundo. A bem da verdade ficou marcado pelo regresso ao estudo. Com ele o retorno à rotina de sempre, a correria para fazer as mil e uma coisas planeadas para umas míseras quinze horas, que os minutos não cedem e os dias ainda não esticam. 
Ainda assim houve tempo para uma espreitadela aos saldos e um passeio à beira rio, que sabe tão bem ver o sol fazer brilhar a água ao sabor da baixa temperatura…

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Com os saltos altos o céu fica mais perto…

2 Jan
No meu tempo saída à noite digna do nome implicava sempre salto alto. Não importava se era inverno, se chovia torrencialmente, ou se estava um calor dos diabos.
Lembro-me que ao fim de uma noite a dançar os pés estavam feitos num oito, mas as mulheres continuavam com um sorriso como se nada fosse. Disputavam o lugar no sofá estrategicamente colocado na discoteca do momento, bebericavam qualquer coisa enquanto descansavam ligeiramente, mas, verdade seja dita, aguentavam-se elegantes toda a noite.
Hoje em dia, tenho notado, este é um cenário mais raro. As mulheres têm optado pelo conforto absoluto. Desde sabrinas requintadas a all stars rasgadas vê-se de tudo. No fundo a lei do menor esforço tem ganhado pontos.
Eu cá continuo a favor dos saltos. Quando muito de uns rasos lindos, lindos. Mas sair com os mesmos ténis com que se vai ao ginásio é algo que me choca, perdoem-me a frontalidade.

Welcome 2012!

1 Jan



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Ora aí está um ano novinho em folha

1 Jan
O dia começa como outro qualquer. Chá preto fumegante na chávena de porcelana, água quente a escorrer pelo corpo, aroma do creme que é já uma segunda pele.
Ainda fico indecisa entre dar asas à preguiça e voltar para a cama ou sair para a rua e fazer parte dum mundo que não pára. Decido-me. Calço os sapatos ébano, coloco o perfume que me leva ao país das maravilhas, e saio. Afinal há um ano novinho em folha lá fora. Pronto a ser estreado.

Tonight…

31 Dez

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Happy New Year!

31 Dez
Ora que é oficial: o novo ano está aí a chegar de malas e bagagens. O conteúdo? Em Dezembro próximo estaremos cá para falar sobre isso. Conto recebê-lo com alegria enquanto grito a contagem decrescente do alto dos meus sapatos de veludo, sorriso nos lábios, copo de champagne numa mão e doze passas na outra, numa cidade que não é minha mas podia bem ser. 
Não sei o que terá para me oferecer. Para nos oferecer a todos. Mas já que é para pedir só quero que me traga saúde e lucidez. Abraços apertados, sorrisos infinitos, gargalhadas sonoras. Paciência para a tese e oportunidades de trabalho. Tempo para ler e muitas idas ao cinema. Danças até ao amanhecer. Conversas de café com os amigos mais que tudo, música da boa, beijos na boca. Inspiração para o blogue, viagens aqui ou acolá, surpresas deliciosas. Motivação.
E porque não me esqueço de quem gosto, a vocês, meus amores, desejo-vos o melhor. Muita felicidade nos corações e muita saúde para dar e vender. 
Em 2012 vamos sorrir mais, viver mais, descobrir mais. Vamos ensinar à crise o poder de pensar positivo. Em 2012 vamos ser mais felizes.
Feliz ano novo meus bombons!

E 2011 foi assim…

30 Dez
Este ano está a dar as últimas, é um facto. E sempre que um ano se despede para seguir a sua vidinha rumo à caixa de memórias nasce em mim (como em muita gente) uma necessidade de balancete, que é como quem diz uma necessidade de equacionar e reflectir nos acontecimentos que se foram dando ao longo dos 365 dias passados.
Talvez por isso me apeteça partilhar convosco o meu 2011. Ora então que o ano começou logo condenado. Falava-se de crise nas televisões, e eu por meu lado sentia a minha vida em crise. Janeiro foi um mês triste emocionalmente. E até meio do ano o meu coração andou assim, estilhaçado, apagado, sem qualquer brilho ou esperança. Refugiei-me nos amigos, fui ao cinema vezes sem conta, tomei cafés, chás e capuccinos, acabei a primeira fase do mestrado com notas jeitosas, voltei a escrever no blogue (inteiramente negligenciado em 2010, shame on me), fui a Paris afogar as mágoas, e mandei um pontapé no que só me estava a empatar a vida. Chorei muito, mas ri ainda mais. Dancei até amanhecer. Pelos meus anos apercebi-me finalmente que não estava condenada e que podia muito bem ser feliz. Que ainda havia pessoas que valiam a pena. Era verão e o sol voltou a brilhar na minha vida. Continuei a ver muitos filmes, li revistas que me fartei, fui a conferências e ao estágio, confirmei que a advocacia não é bem para mim. Ou pelo menos não ainda, que isto nunca se sabe o dia de amanhã.
Dei muitos beijos, corri à beira mar, fiz amigos maravilhosos (as minhas comadres), abracei quem quero muito e me quer bem. Vi a Rihanna ao vivo. Deveria ter lido mais mas o tempo não me chegou. Disse muitos “amo-te” às pessoas que me importam. Encontrei-me.
Agora olhando para trás até parece que nem foi um ano assim tão mau quanto o pintei vezes sem conta. Talvez porque me tenha reservado o melhor para o fim, não sei. O meu 2011 foi assim. E o vosso?

29 Dez
Em tempos de frio de rachar não há nada como um banho quente seguido de um chá aromático.

Green Day

28 Dez
Em dia de sol como o de hoje nada melhor que verde e dourado, qual ode à natureza. Os sapatos podem não ser recomendados para primeiro dia de saldos, mas há que admitir: não poderiam ser mais apropriados para comemorar o aniversário do meu cupcake.

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Sentimentos

28 Dez
Os sentimentos são tipos esquisitos. Às vezes florescem no deserto, outras teimam em morrer em terreno (aparentemente) fértil. Não sei, e acho que ninguém sabe ao certo, de que são feitos os manhosos. Mas sei que quando nascem cabe-nos cuidar deles. Cabe-nos olhar por eles, lutar por eles, certificar-nos que têm tudo o que precisam para crescerem lindos e saudáveis. Os sentimentos são frágeis, e por isso mesmo têm que ser conquistados a cada dia. Acarinhados todos os dias. Expressados só porque sim. 
Ninguém tem uma fórmula mágica que os garanta para sempre. Mas cada um pode fazer a sua parte no cultivo de tamanha preciosidade.
Guardem os vossos e os que têm por vós como se fossem tesouros, porque no fundo é isso que são.

Dolce & Gabbana: the make up

27 Dez
Felicity Jones. Britânica, dona de olhos penetrantes e boca sensualmente carnuda. Mistura de beleza exótica e clássica numa simbiose perfeita.
A actriz é o novo rosto da maquilhagem Dolce & Gabbana. Uma escolha acertada que dificilmente poderia ter sido melhor.
 

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Natal? Esse já lá vai…

27 Dez
Pois que o Natal veio e foi-se num ápice qual visita de médico em tempos de crise. Passou-se, diria até que foi bom. Mas tenho que deixar aqui um apontamento: o natal já não é o que era. Na noite de consoada mais de metade das pessoas que conheço deambulavam pelo facebook. Eu também lá estava, se não não saberia, não é? Mas a verdade, e a conclusão assustadora que se tira disto, é que portáteis, smart phones, e tablets tomaram verdadeiramente conta da nossa vida, assolapando-se sem vergonha de qualquer data ou ocasião. Se por um lado é bom, por outro não deixa de ser preocupante…

25 Dez
Há os anúncios normais. E depois há anúncios assim…fantásticos!
 

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Feliz Natal!

24 Dez
Quase quase a jantar só passei para vos desejar um Feliz Natal. Já estou aqui de olho neste bolo que fiz, e juro-vos está a ser complicado resistir. Mas isso agora não interessa nada. Quero é que se divirtam, que se façam aos bombons e às iguarias, que troquem olhares lascivos com a ementa, e que esperança e saúde sejam as palavras de ordem um pouco por todas as casas.
Ora então um Feliz Natal meus amores. 

“O” presente

23 Dez
O natal ainda está ao virar da esquina mas eu cá já posso dizer que recebi o melhor presente de sempre. Chegou bem antecipado, é certo, mas faz-me feliz como nunca fui. Refiro-me, é claro, ao meu namorado.
Posso afirmar, sem hesitar, que ele foi o que de melhor me aconteceu este ano, e todos os dia agradeço aos céus por o ter na minha vida. Pode parecer lamechas, pode ser o que for, mas ele faz-me feliz duma maneira incrível. E é, sem sombra de dúvidas, a melhor pessoa que já me passou pela vida em termos de amores.
Por isso este natal não me atrevo sequer a pedir mais nada que não seja saúde e muitos mais sorrisos e aventuras ao lado da minha metade da lua.
Se estiveres desse lado já sabes: Amo-te cupcake. 

 

À última da hora

22 Dez
Dizem que nós, portugueses, deixamos tudo para a última. E já que levamos a fama eu faço jus ao proveito. Ainda me falta comprar presentes de natal. Todos os anos a história repete-se, mas não digo isto em tom de queixa. Sou das que admite que gosta de comprar à última da hora. De mergulhar na confusão de gente desesperada pelo presente ideal. Admiro quem um mês antes já tem as prendas todas escolhidas, compradas e etiquetadas. E dou a mão à palmatória que é lixado escolher no meio do que já está mais que escolhido. Mas quando se encontra o que se quer ou outra preciosidade qualquer em cima do joelho, a adrenalina é gigante. É preciso engenho e empenho como em tudo, mas não há nada que pague essa sensação. Chamem-me louca mas nestas coisas sou assim… De vez em quando quase me arrependo, mas até ao dia do real arrependimento duvido que dê para (me) mudar.

Up is up!

22 Dez
Diz que estas duas capas da revista de bordo da TAP (a Up) foram seleccionadas como as melhores do mundo em 2011 pelo site Cover Junkie. Se isto só por si já seria motivo de orgulho, ao atentarmos na concorrência feroz – capas como as da Vogue, New Yorker, New York Times, entre outras – percebemos a verdadeira dimensão do que nos podemos orgulhar.
Por isso toca a ir votar aqui. Ao que parece talvez o país ainda vá a tempo de receber uma prenda de natal em forma de distinção. E que bom seria se isso acontecesse nos tempos que correm.

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Ser mulher…

21 Dez
Ser mulher é ter dias em que uma caneta fora do lugar nos deixa à beira de um ataque de nervos. As hormonas apoderam-se de todo o nosso ser e apetece-nos espancar toda a gente, desde o namorado à vizinha do terceiro andar. A mínima palavra mal dada faz-nos imaginar a morte lenta e dolorosa da pessoa que a proferiu.
Há dias em que só queremos palavras bonitas, gestos queridos e muitos mimos. Simples assim.

Red, Red, Red!

21 Dez
Depois de quatro dias em modo escapadela voltar à rotina de sempre sabe melhor. Ficam as recordações da morena mais gira dos Barbados, do regresso a outros tempos com a visita ao castelo de São Jorge (espreitem aqui), dos frapuccinos do Starbucks, das horas a andar e a vasculhar lojas, dos risos, da cumplicidade…
A mala, que é sempre o que me incomoda mais, já está desfeita, e entretanto voltei à tese que essa, malvada, não tira férias. E porque estamos quase, quase com o pé no natal decidi-me por xadrez vermelho e botas especializadas no combate ao frio. Porque para mim tudo o que está abaixo dos dez graus é gelo.


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Por hoje era só isto…

20 Dez
Mais do que fazer malas odeio desfazê-las.

Rihanna: Loud Tour

18 Dez
A passagem da Rihanna por Portugal foi simplesmente fantástica. Por agora, e porque estou ainda na capital mais que cansada de um dia de passeios e passeatas, deixo-vos apenas uma amostra gravada por mim. Só para vocês.
 

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Concertos: 2012 é o ano

16 Dez
Não sei se já repararam mas parece que todos os concertos fantásticos conspiraram para acontecer em 2012. De repente desde os Coldplay à Feist, não esquecendo o Rock in Rio ou o Optimus Primavera, todos vêm a Portugal. E depois começa a ginástica, e uma pessoa fica entre a espada e a parede numa confusão ditada pela própria bolsa de valores, leia-se conta bancária.
A mim, que odeio ter que escolher, ainda me custa mais. Apetecia-me ver todos e ir a todos o que, sendo realista, é bastante improvável.
Seja como for, parece-me que um dos bilhetes ainda compro este mês, que isto do aumento do iva já em Janeiro é desculpa sonante, não é?

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Dos dias nostálgicos

16 Dez
Em dias de temporal, como o de hoje, é inevitável ficar nostálgica. Pensamentos do que já foi desencadeiam-se numa cadeia imperfeita, e maçam mais do que deveriam. É este o poder que a chuva tem em mim, daí ter vestido da cor do sol logo pela manhã, que sou soldada assumida da alegria.
 E por isso, ou para me distrair, vou ali focar na tese que mais logo há chocolate quente com a minha pessoa. Hoje só isso me faz feliz.

Seriously?!

15 Dez
Estamos em Dezembro, calor é algo que não abunda, e ainda assim acabei de ver uma senhora de sandálias. Sem meias.
Estou estupefacta.

Odisseias

15 Dez
Durante muito tempo apagava, sem ler, os emails que recebia do Odisseias. Pensava, estupidamente, que era só mais publicidade que não interessava e que, simplesmente, não estava para aí virada. 
Mas um dia, provavelmente por um acaso motivado por curiosidade, lá abri um. E fiquei estupefacta face às promoções propostas. Afinal não era só mais um site, mas sim uma mina de achados no que toca a experiências diferentes. 
Deixo a dica porque agora até é natal e muitas vezes há presentes originais a um preço acessível mesmo debaixo do nosso nariz, e não sabemos.
A verdade é que, à conta do Odisseias, já vivi experiências que de outra forma duvido que tivesse vivido. E até poderia ter feito mais coisas não fosse a minha negação descabida aos emails deles…A próxima é já uma massagem de chocolate a dois. Porque fugir à rotina de vez em quando sabe mesmo bem. E porque o Odisseias tem preços amigos.

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A minha amora mais que tudo

14 Dez
Não há no mundo nada que se compare às horas de conversa com a minha amora mais que tudo, leia-se a minha melhor amiga. Sempre que estamos juntas perdemo-nos no tempo, rimo-nos até doer a barriga, falamos do que interessa e do que ninguém liga, vemos filmes atrás de filmes, passeamos à beira rio, comemos chinês ou gomas do chinês, deliciamos chás e iguarias que tais, e tudo e tudo e tudo. A minha amora é a mais especial de todas porque é minha, porque o nosso livro preferido de todos os tempos é o mesmo, porque percebe de design como poucos, e porque a adoro de paixão entre mais de mil e uma coisas.
A minha amora também tem um blogue lindo de viver. Por isso façam lá o favor de ir aqui. É o sítio ideal para nos perdermos pelas coisas boas da vida.

Pink is the new black!

14 Dez
Se há coisa de que gosto ao longo de todo o ano é de cor. E o inverno não é, nem tem que ser, excepção. Talvez por isso, ou talvez por rosa choque ser das minhas cores preferidas, não resisti a calçar os meus sapatos aveludados em contraste com o cinzento dominante.
Porque o dia até pode estar nublado mas o meu mundo, esse, é deliciosamente soalheiro.

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Com a cabeça na passagem de ano…

14 Dez
Em véspera de festividades marcar hotéis e estadias é algo digno de malabaristas. As opções que parecem ser muitas revelam-se afinal apenas algumas, as manobras orçamentais são necessárias, os gostos têm que convergir em equilíbrio… Para a passagem de ano temos como opções em cima da mesa Óbidos, Porto, ou Aveiro. Porque ir  para fora cá dentro é bem giro, e explorar o que é nosso uma prioridade.

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Gula, gula…

13 Dez
Em tempos de crise ir-se a um café, pedir-se o menu, verificar que está repleto de iguarias de fazer arregalar os olhos, e dizerem-nos que só há tosta mista é ironicamente frustrante.
Pelo menos as batatas fritas do acompanhamento eram deliciosas.  

Gosto de me perder nos meandros das leituras

12 Dez
Se há coisa que me dá prazer nesta vida é ler. Gosto de livros. Gosto de folhear as páginas e ir descobrindo uma a uma, sem pressas. Gosto de me perder nas encruzilhadas das vidas das personagens. Gosto de absorver paisagens que nunca vi, mas para as quais já viajei através da leitura. Gosto de explorar as possibilidades que só as histórias nos oferecem, e pensar que afinal quase tudo é possível. Gosto de me apaixonar pelas vidas timbradas no papel, e de sentir o que aquelas pessoas – que afinal não são pessoas – sentem. Gosto de imaginar, gosto de me confundir, gosto das emoções que só os livros são capazes de nos arrancar…
Há mil e uma razões para gostar de ler. Estas são apenas algumas delas.

Apontamentos natalícios

12 Dez
É errado pensar no natal como a época dos presentes, mas sejamos honestos: natal sem presentes não é natal. Pode ser hábito, podemos apelidar o fenómeno de consumismo, mas algumas coisas são como são e não há volta a dar.

My own (un)perfect world #16

12 Dez

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Rihanna

10 Dez
Não se pode agradar a gregos e troianos, mas tenho que confessar que adoro a Rihanna. Acho-a linda, dona de uma voz poderosa, e com um repertório de músicas bastante boas (no geral) .
Daqui a precisamente uma semana lá estarei no Pavilhão Atlântico só para a ouvir cantar. E isso é coisa para me fazer dar pulinhos de alegria.

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Angelina Jolie e Alexei Hay, ou de como há fotografias supremas

10 Dez
Bem sei que ainda estamos em Dezembro, mas este editorial – protagonizado pela Angelina Jolie em entrevista para a revista Marie Claire edição de Janeiro (americana) – era bom demais para esperar ser partilhado em época adequada. A actriz foi fotografada por Alexei Hay – um dos meus fotógrafos preferidos, sou obrigada a admitir – e o resultado está à vista. Decididamente a combinação de dois talentos supremos só poderia conduzir a imagens como estas. Apreciem.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Todos os meses uma pequena fortuna…

10 Dez
Quando uma das minhas amigas me questiona pela enésima vez o motivo pelo qual todos os meses invisto uma pequena fortuna em revistas de moda, só lhe posso responder que me dá saúde. Mexe-me com o cérebro, empresta-me asas à imaginação e brilho aos olhos.
Há quem prefira tabaco. Eu prefiro algo mais bonito e que possa guardar para recordar. 

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Casal sem vergonha

9 Dez
Quando muitos (ainda) olhavam o sexo como tema tabu eles ousaram especular sobre ele, abordando-o de uma forma divertida, educativa, e útil, sem medos ou conversas proibidas. Sob o lema de que sexo toda a gente faz e toda a gente gosta surgiu um site brilhante. Os vídeos são interessantes, os textos muito bons, as dicas apetecíveis de serem experimentadas, e o casal fantástico. 
Curiosos? Então espreitem aqui. Vale muito a pena. 

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Sou pessoa de trópicos, é o que é

9 Dez
Não sou pessoa de frio. De neve e inverno. Gosto de sol, gosto de praia, gosto de poder pegar num vestido de manhã, colocá-lo e sair assim despreocupadamente. Mas uma coisa tenho que admitir: os trajes que usamos para fazer face ao gelo que se faz sentir são, na sua generalidade, muito bonitos. E é só isso que me faz detestar um bocadinho menos tudo o que seja inferior a 20 graus. 

O meu vício tem nome: Infusão

8 Dez
E esta de maçã canela é das minhas preferidas, atrevo-me a afirmar. Travo delicioso e aroma fantástico, capaz de perfumar toda a cozinha.
Decididamente, o (meu) outono cheira a maçã canela.

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E que tal…

8 Dez
Irem fazer um like aqui, hum?

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Diz que é feriado…

8 Dez
Para começar o feriado como se quer temos banho aromático e pequeno almoço com chá de jasmim. Seguem-se as actualizações literárias, o deitar o olho à revista que ainda só houve tempo para folhear, a visita aos sites do costume, a preguiça boa que dá asas às ideias.
Mais tarde haverá tempo para ver o mar, para dar abraços apertados e beijos estalados, para comer o gelado que me sabe pela vida mesmo quando as temperaturas roçam valores menos simpáticos, para andar de mãos dadas e correr na areia que gostamos de praias (quase) desertas, para sentir o vento frio no rosto a gritar-me o quão viva estou. 
O denominador comum a todos os momentos deste dia de nada fazer? O sorriso, espero.

A essência a que devemos fidelidade

7 Dez
As prioridades na nossa vida podem mudar. E mudam, em função de mil e uma circunstâncias. Mas isso não é – nem poderá ser – desculpa para deixarmos de ser quem somos. Todos somos alguma coisa, e é a essa essência que devemos ser fiéis.  

Prendas de natal? Nadinha de nada!

7 Dez
A menos de um mês das festividades já tenho vestidinho para o ano novo – com pormenores pretos translúcidos, que adoro transparências aqui e ali – mas prendas de natal ainda nem vê-las. Como é hábito talvez lá para dia 23 tenha tudo comprado. Oxalá me caia um raio de clarividência e compre o que quero para os que (me) importam com uma antecedência digna. Veremos.
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