A maior parte dos dias logo pela manhã abro o e-mail ( ou melhor os, que são três) e o blog para conferir as novidades.
Hoje não foi diferente. Mas ao abrir o gmail eis que me deparo com um anúncio bem situado na linha de visão, que confesso me capturou toda a atenção. Não por ser uma publicidade cativante ou algo do género ( era bom era), mas antes pelo absurdo do texto.
Então não era a publicitar uns kits para vigiar o(a) namorado(a)? Kits pelos vistos muito completos com localizador e diversas panafernálias afins, ou seja tudo a que se tem direito.
Quando vi aquilo ocorreram-me vários pensamentos em simultâneo de difícil hierarquização, mas mesmo assim vou tentar transmiti-los da forma mais ordenada possível.
A primeira coisa que me choca é uma pessoa sequer pensar em perder tempo precioso de vida a vigiar o namorado. Quer dizer, onde é que fica a privacidade das pessoas? Onde é que fica a individualidade, a caracterização do ser enquanto aquele ser?
O facto de eu ter uma relação com uma pessoa não me dá o direito de querer saber o que ela faz 24 horas por dia. Aliás acho até um bocado (muito) monótono ficar preocupada com tudo o que o meu parceiro amoroso anda a fazer. Porque é suposto ele ter uma vida além de mim. É suposto ele fazer coisas triviais que não tem que me contar e eu não tenho necessariamente que saber.
Além disso pressuponho que enquanto vivo a minha vida ele ande a viver a dele. As coisas com importância serão partilhadas obviamente, mas se é assim qual a vantagem da fiscalização?
O que é que uma pessoa na posse das suas faculdades mentais ganha a vigiar a criatura com quem tem uma relação? Aliás, quem é que na posse das suas faculdades mentais perde tempo ( que podia estar a utilizar para preparar um jantar romântico, ou para fazer algo interessante) a fiscalizar o parceiro?
As pessoas que recorrem a este tipo de artimanhas têm medo de ser ou de estarem a ser traídas, suponho. Mas provavelmente estas pessoas são amadas pelo outro. E mais provavelmente ainda, são pouco amadas por si próprias. E com um grau de certeza elevado, são aquelas que não se garantem, quer a nível sentimental quer a nível sexual.
Fiquei um tanto ou quanto escandalizada a sério. Ocorreram-me outros pensamentos mas como são de difícil expressão material ficaram-se pela minha mente.
Se eu sonhasse andar a ser alvo de uma coisa destas tinhamos logo um problema dos grandes.
Até porque confiança é uma palavra chave para mim. Confiança na minha pessoa e confiança no outro.
Tenho mesmo a impressão que o mundo está cada vez mais , repleto de gente que não joga com o baralho todo. E este tipo de anúncios só fomenta potenciais psicopatas . Mandasse eu e era tudo proibido.
É que ao menos se querem ser maníoco-ciumentos deixem de ser mixurucas e sejam-no em grande: contratem um detective. Mas nunca, nunca ousem dizer que isso é amor. Porque não é nem nunca será, nem aqui nem em qualquer outro lugar.
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Deparo-me com cada uma
Quinta-feira 3 Dezembro 2009 · 2 Comentários
A maior parte dos dias logo pela manhã abro o e-mail ( ou melhor os, que são três) e o blog para conferir as novidades.
Hoje não foi diferente. Mas ao abrir o gmail eis que me deparo com um anúncio bem situado na linha de visão, que confesso me capturou toda a atenção. Não por ser uma publicidade cativante ou algo do género ( era bom era), mas antes pelo absurdo do texto.
Então não era a publicitar uns kits para vigiar o(a) namorado(a)? Kits pelos vistos muito completos com localizador e diversas panafernálias afins, ou seja tudo a que se tem direito.
Quando vi aquilo ocorreram-me vários pensamentos em simultâneo de difícil hierarquização, mas mesmo assim vou tentar transmiti-los da forma mais ordenada possível.
A primeira coisa que me choca é uma pessoa sequer pensar em perder tempo precioso de vida a vigiar o namorado. Quer dizer, onde é que fica a privacidade das pessoas? Onde é que fica a individualidade, a caracterização do ser enquanto aquele ser?
O facto de eu ter uma relação com uma pessoa não me dá o direito de querer saber o que ela faz 24 horas por dia. Aliás acho até um bocado (muito) monótono ficar preocupada com tudo o que o meu parceiro amoroso anda a fazer. Porque é suposto ele ter uma vida além de mim. É suposto ele fazer coisas triviais que não tem que me contar e eu não tenho necessariamente que saber.
Além disso pressuponho que enquanto vivo a minha vida ele ande a viver a dele. As coisas com importância serão partilhadas obviamente, mas se é assim qual a vantagem da fiscalização?
O que é que uma pessoa na posse das suas faculdades mentais ganha a vigiar a criatura com quem tem uma relação? Aliás, quem é que na posse das suas faculdades mentais perde tempo ( que podia estar a utilizar para preparar um jantar romântico, ou para fazer algo interessante) a fiscalizar o parceiro?
As pessoas que recorrem a este tipo de artimanhas têm medo de ser ou de estarem a ser traídas, suponho. Mas provavelmente estas pessoas são amadas pelo outro. E mais provavelmente ainda, são pouco amadas por si próprias. E com um grau de certeza elevado, são aquelas que não se garantem, quer a nível sentimental quer a nível sexual.
Fiquei um tanto ou quanto escandalizada a sério. Ocorreram-me outros pensamentos mas como são de difícil expressão material ficaram-se pela minha mente.
Se eu sonhasse andar a ser alvo de uma coisa destas tinhamos logo um problema dos grandes.
Até porque confiança é uma palavra chave para mim. Confiança na minha pessoa e confiança no outro.
Tenho mesmo a impressão que o mundo está cada vez mais , repleto de gente que não joga com o baralho todo. E este tipo de anúncios só fomenta potenciais psicopatas . Mandasse eu e era tudo proibido.
É que ao menos se querem ser maníoco-ciumentos deixem de ser mixurucas e sejam-no em grande: contratem um detective. Mas nunca, nunca ousem dizer que isso é amor. Porque não é nem nunca será, nem aqui nem em qualquer outro lugar.
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Hino feminino
Quarta-feira 2 Dezembro 2009 · 3 Comentários
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Wish list
Quarta-feira 2 Dezembro 2009 · 1 Comentário
Acho uma estupidez pegada as pessoas fazerem a tal wish list a propósito do natal ou aniversários.
Quem gosta mesmo de nós encontrará sempre um presente com a nossa cara, que encaixe em nós na perfeição. Quem gosta mesmo vai observando as dicas que damos, muitas e a maior parte das vezes involuntariamente, ao longo dos tempos.
Quem gosta conhece os nossos gostos, pretensões, e até necessidades.
Já as pessoas que não querem saber são indiferentes. Tanto se lhes dá que gostemos ou não do que vão oferecer, portanto querem lá saber da wish list. Querem é dar o presente às três pancadas, porque é uma obrigação, de maneira a ficarem despachadas o mais depressa possível.
Sendo assim não me parece de grande utilidade arranjar uma wish list. Até porque fico sempre com a impressão que está ali a impôr-se qualquer coisa, e não gosto.
Mas isso sou eu, claro.
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O feriado
Terça-feira 1 Dezembro 2009 · 3 Comentários
Hoje, ao contrário de muitos outros, foi um feriado produtivo por estes lados, apesar de ter sido um dia feio que só ele em termos de tempo ( que enfrentei com as galochas coloridas).
Finalmente acabei o trabalho que andava a engonhar há tempo de mais.
No entretanto ainda fui conhecer a Tita ( coisa que já andava a adiar há largas semanas, por falta de oportunidade) que além de giríssima e amorosa, é super simpática e sorridente. A somar ainda tem uma loja mesmo agradável ( e um “maridão” mesmo bom conversador). Até apetece ter filhos só para poder ir lá comprar coisinhas fofas. Para terem uma ideia confiram esta pequena amostra aqui.
Seguiu-se ir ter com dois dos amigos-mais-que-tudo. É curioso mas os meus melhores amigos são homens. Sim, tenho uma amiga mais-que-tudo mulher (além da minha mãe que é a mais que mais que mais que tudo – risos), mas em proporção os homens ganham com três amigos do coração, e dois bem próximos.
Bem continuando fui ter com eles, que num contexto de amizade são os amores da minha vida. O encontro foi o de costume: tosta de queijo xl, hamburgers, batidos e capuccinos por entre risos, gargalhadas, sorrisos, olhares cúmplices, muita chuva a cair lá fora, abraços e beijinhos na bochecha, e partilha de três vidas feitas de bons e maus momentos. Pelo meio o planeamento de uma viagem a Barcelona que acontecerá algures em 2010.
Apanhámos chuva, corremos feitos doidos até ao carro e desmanchámo-nos a rir quando lá chegámos quais almas perdidas de contentamento.
Foi muito bom, mesmo. Estou feliz, feliz, feliz.
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She always told me
Terça-feira 1 Dezembro 2009 · 3 Comentários
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Cinema
Segunda-feira 30 Novembro 2009 · 3 Comentários
Ontem à noite já farta de estar em casa peguei em mim e fui ao cinema.
Optei por este filme um pouco ao acaso. Queria ir ver uma coisa soft e como era em 3D agradou-me. Comprei pipocas maxi e lá fui eu.
A sala até estava cheia para ser domingo à noite, o que é sempre um bom indicador a priori.
E sim, de facto o filme vale a pena. Tem uma mensagem tão bonita com uma conotação tão forte, que nos faz pensar tanto na nossa vida e nos nossos actos que só por isso vale o dinheiro do bilhete. O facto de ser em 3D ajuda a envolver os espectadores, no sentido que parece estarmos mesmo lá a viver a acção.
A somar a isto tudo ainda nos arranca umas belas gargalhadas.
Por isso se estiverem numa de ir ao cinema é um bom filme para se ver. Aconselho mesmo.
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A chuva roubou-me a inspiração
Segunda-feira 30 Novembro 2009 · 7 Comentários
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Momento musical
Domingo 29 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Nem de propósito
Domingo 29 Novembro 2009 · 1 Comentário
Então não é que hoje me ofereceram este cadernito mais que giro?
E eu que ainda no outro dia estava a falar de agendas e cadernitos- risos. Por acaso foi uma coincidência engraçada, aliás quando abri o embrulho até fiquei estupefacta por uns segundos.
Agora só falta mesmo a agenda, para o “conjunto” ficar completo.
Adorei, muito mesmo.
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Cheiro de castanhas assadas
Sábado 28 Novembro 2009 · 4 Comentários
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E o fim de semana…
Sábado 28 Novembro 2009 · Deixe um Comentário
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Matéria-prima
Sexta-feira 27 Novembro 2009 · 6 Comentários
Adoro tudo o que seja agendas, blocos, cadernitos, moleskines e afins.
A minha agenda de 2009 tem a Marilyn Monroe em versão pop art na capa. É linda que só ela, e já tem colados e escritos imensos registos deste ano que está quase a acabar. Vai custar separar-me dela para guardá-la na versão para mais tarde recordar.
Agora ando à procura de uma para 2010 igualmente bonita e colorida. Mas não está fácil. Vi uma ou duas que me agradaram porém não me encantaram realmente.
Ainda assim comprei um cadernito, que tem Lisboa na capa, giríssimo e ao qual não resisti ( o meu que anda sempre na mala de um lado para o outro também já está a dar as últimas).
Vou continuar à procura de uma agenda fantástica, e decerto encontrarei uma bem com a “minha cara”. Pensamento positivo.
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E um dia (hoje) eu percebi
Quinta-feira 26 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Já acordo cansada
Quinta-feira 26 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Um pequeno monstro chamado medo
Quarta-feira 25 Novembro 2009 · 5 Comentários
De todos os males de que nós humanos padecemos, o medo é um dos mais terríveis. Ele é responsável pela maior parte dos nossos fracassos. Porque nos paralisa, porque tem o poder de nos deixar inertes face às circunstâncias, porque só nos incita a fazer tudo errado.
Há quem diga que só tememos o desconhecido. Eu discordo, pois há imensas situações em que temos medo precisamente por já conhecermos as linhas concretas ou idênticas da conjuntura.
Não sei o que é o medo do ponto de vista da psicologia, mas sei o que representa do ponto de vista emocional. Acho que a única forma de vencer esse pequeno monstro é não pensar nele. É fechar os olhos, tentar não querer esmifrá-lo e arriscar. Admiro quem enfrenta os medos, quem tem coragem para os encarar de peito aberto.
Talvez se pudéssemos levar uma anestesia contra o medo fôssemos mais felizes. E quem sabe um dia a medicina arranja maneira de sermos todos humanos-coragem o que consequentemente conduziria a humanos que vivem mais e aproveitam mais. Eu acredito.
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Friendship
Terça-feira 24 Novembro 2009 · 3 Comentários
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Almas extraviadas
Terça-feira 24 Novembro 2009 · 4 Comentários
De quando em vez uma pessoa depara-se com suicídios. Seja através da televisão, da rádio, do jornal, de alguém conhecido, enfim. Ao fim ao cabo estão por todo o lado.
Os suicídos são mortes que me perturbam realmente. Fico sempre a indagar o que terá levado a pessoa a cometer esse acto cruel. Compreendo que haja situações verdadeiramente deseperadoras em que uma alma pensa que tocou o subsolo do fundo do poço e que a solução é ir desta para melhor. Mas acho que não existe razão que justifique um suicídio. Tudo nesta vida tem solução por mais obscura que esta pareça. Podemos ficar mal, apertados, magoados, quase sem forças, mas existe sempre uma saída quando se quer (sobre)viver.
Além disso um fim assim acarreta sempre um preço muito alto para os que por cá ficam. Há sempre muito sofrimento implícito e possivelmente muitos traumas. Acaba por ser de alguma forma um acto egoísta, o caminho mais fácil.
A vida por pior que seja tem um valor inigualável. E ninguém garante que a morte é de facto o fim. Pode ser ou não, não há provas absolutas a esse respeito. Pessoalmente não acredito que seja, mas isto sou eu. Contudo mesmo para os que acreditam não haver mais nada, a vida é um presente maravilhoso. Com todos os seus sabores e dissabores, com toda a sua alegria e tristeza.
Mas pior que tudo isto são aquelas criaturas que apesar de terem uma vida normal adoram brincar aos suicídios. Passam a vida a dizer que se vão matar, que não querem mais viver e bla bla bla, mas só o fazem para chamar a atenção o que é das coisas mais horríveis e estúpidas que alguém pode fazer.
Para acabar só quero dizer que tenho medo que alguma alma que me seja próxima e querida se decida extraviar. Tenho mesmo muito medo.
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Os gays
Segunda-feira 23 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Domingo 22 Novembro 2009 · Deixe um Comentário
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Eu
Domingo 22 Novembro 2009 · 2 Comentários
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Os meus leitores
Sexta-feira 20 Novembro 2009 · 7 Comentários
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Lá vou eu
Sexta-feira 20 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Os homens ( sempre eles)
Sexta-feira 20 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Animais (de estimação) selvagens
Quinta-feira 19 Novembro 2009 · 2 Comentários
Nunca percebi muito bem aquelas pessoas que têm animais exóticos em casa. Como cobras, tarântulas, iguanas gigantes ( as pequeninas até acho engraçaditas) , chitas bebés, e por aí. Quer dizer qual é a graça de conviver diariamente com algo que muito provavelmente nos vai ferir? Não intencionalmente mas porque faz parte do próprio instinto animal desses seres.
Há pouco descobri que uma tipa tem um crocodilo como animal de estimação. Já há treze anos mais coisa menos coisa. E diz que ele é como um cão ou como um gato. Céus, um crocodilo nunca vai ser como um cão, um gato, um peixinho ou um pássaro cutxi cutxi.
Mas como não lhe bastava um bicho selvagem ainda tem duas pítons, um lagarto e uma tartaruga.
A minha única questão é como conseguem? Se eu sonhasse que a minha vizinha tem uma coisa dessas já nem dormiria de tão aterrorizada, quanto mais ter disso em casa.
Mas se calhar sou só eu que sou uma medricas quanto a animais perigosos. Eles lá e eu cá, cada um feliz no seu canto.
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Definição na adolescência
Quinta-feira 19 Novembro 2009 · 6 Comentários
A adolescência todos o sabemos é um período marcante na vida de cada um. É uma época em que andamos com o cérebro um tanto ou quanto toldado por ilusões, sonhos, e por acharmos na nossa engraçada (mas nem por isso menos estúpida) ignorância que já sabemos tudo.
Durante esses anos estamos quase por completo susceptíveis a influências que vão acabar por ajudar a moldar um pouco ou um muito da nossa personalidade. Mas nem sempre essas influências são positivas.
Lembro-me de ter uns 13 anos e uma amiga com anorexia. Tudo começou porque o garoto de quem ela gostava ( um palerma) dizia que ela era gorda. Chamava-lhe baleia e gozava com ela. E a miuda não era nada gorda. Era uma pessoa normal com um estilo de corpo mais forte.
O pior é que esses comentários supostamente inofensivos conduziram a uma doença grave com consequências realmente danosas. À conta disso ela acabou por ficar infértil. E mesmo sendo uma pessoa já curada e normal hoje, duvido que o trauma algum dia lhe passe por completo.
Também no outro dia vi no programa da Oprah um caso de dois adolescentes que se suicidaram porque na escola os estafermos dos colegas os chamavam de gays até à exaustão.
E isto são coisas sérias. São coisas que podem determinar o rumo de uma vida. Acho que a esses malfeitores adolescentes falta em casa ensinamento do que é compreensão. Do que é respeito, aceitação, e convivência em sociedade. Em última instância do que é educação.
Por isso é que é importante tentar incutir ensinamentos válidos na cabeça dos adolescentes. E também por isso mais que nunca deve haver nesses anos problemáticos amor incondicional dos mais próximos.
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Estamos no Mundial!!!
Quarta-feira 18 Novembro 2009 · 5 Comentários
Ai o que eu sofri a ver este jogo. Estivemos bem sim senhor, com muita classe face áqueles arroaçeiros da Bósnia.
Que tipo de gente é aquela que vaia o hino nacional da equipa adversária? E que coloca o nosso presidente da Federação no meio dos outros adeptos?
Para não falar daquele momento em que parou tudo porque tiveram a bela ideia de começar a atirar objectos para o meio do campo. Mas que raio, a guerra toldou-lhes o discernimento e o respeito?
Seja como for eles ficaram para trás. Nós vamos em frente. Só acho que mereciamos ter ganho por uns 4-0. Mas o 1-0 já me deixa mais que feliz.
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:s
Quarta-feira 18 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Lições de vida
Quarta-feira 18 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Digo eu
Terça-feira 17 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Alguém que me explique
Terça-feira 17 Novembro 2009 · 12 Comentários
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Das aventuras ( cómicas) no centro de saúde
Terça-feira 17 Novembro 2009 · 3 Comentários
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Aviso à navegação
Terça-feira 17 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Porque hoje…
Segunda-feira 16 Novembro 2009 · Deixe um Comentário
… Acordei com saudades de Paris.
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Gostar de ti
Segunda-feira 16 Novembro 2009 · 8 Comentários
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Adenda
Domingo 15 Novembro 2009 · 4 Comentários
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New!
Domingo 15 Novembro 2009 · 8 Comentários
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So you think you can dance
Domingo 15 Novembro 2009 · 4 Comentários
Se há coisa de que gosto é de dançar. Aliás amo, venero. Basta haver um ritmo que não resisto.
Mesmo que seja ao som de um batuque de caixa de fósforos eu danço.
Não sei se danço bem( acho que roço o normal). Mas sei que danço e muito. Sei que isso me faz feliz, me faz sentir livre, e quase que toco o paraíso ao ritmo do som.
Mas os meninos(as) do programa “So you think you can dance” são demais. Dá gosto ver.
Já namorei com um bailarino profissional e sei que aquilo não é pêra doce. Parece tudo muito fácil, mas são horas de treino intensivo. Horas a encontrar o passo certo, o movimento perfeito, a harmonia suprema. E por isso é que admiro quem é um às na dança ( como o Joaquín Cortés ou Michael Jackson). Quem consegue fazer do corpo tudo o que quer em termos de movimento. Não é para qualquer um.
E acima de tudo os negros(as) no geral são os melhores bailarinos. Já vi muitos brancos e asiáticos a dançarem bem. Mas os negros têm uma magia singular, uma coordenação que toca a perfeição.
Tenho apreço genuino por um bom bailarino. E por isso já não perco um episódio do programa.
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O jogo
Domingo 15 Novembro 2009 · 2 Comentários
Como já disse aqui algures no blog gosto bastante de futebol, e da selecção dificilmente perco um jogo.
Não acho que tenhamos sido brilhantes frente à Bósnia. Mas serviu para ganhar e isso é o que interessa não é?
Ainda assim só gostava de dizer umas coisitas. O país inteiro já percebeu que os nossos jogadores têm um grande defeito: depois de marcarem um golo esmorecem sempre um ( bom) bocado. E se o país de treinadores de bancada mais ou menos entendidos já percebeu isso, será que aquela equipa técnica e os próprios jogadores não percebem? É que se esmorecerem depois de estarmos a ganhar por 3-0 eu até percebo, agora o 1-0 é um resultado muito fragilzito para se deitarem logo à sombra da bananeira.
Depois aquela saída do Nani não me pareceu muito ajustada. Tudo bem que sou suspeita porque simpatizo muito com ele. Mas sejamos realistas houve logo uma quebra notável.
E por fim acho esquisito termos um jogador chamado Coentrão e outro Duda. Se calhar sou só eu, mas sempre que vejo o moço com a bola lembro-me de coentros e é estúpido. E Duda é diminuitivo de mulher, ora bolas. Ficava melhor um Edu, não?
Ahhh e só mesmo para acabar que raio de música é aquela que os adeptos cantaram a plenos pulmões e que estava escarrapachada em tudo o que era cartaz? É que não vejo grande lógica entre o “cheira bem, cheira a Lisboa/ África do Sul” (para os mais optimistas) e a selecção em si. Vamos lá inventar uma coisita melhor antes de quarta-feira.
P.S. Jogadores da nossa selecção, o país tem muito orgulho em vós. Depositamos esperança no vosso trabalho, e acima de tudo confiamos. Contudo achava boa ideia mexerem mais as perninhas e treinarem arduamente a finalização. Porque se formos mesmo ao Mundial o que têm mostrado não basta. Devem saber isso melhor do que eu, mas não me custa nada alertar.
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Rei da Pop pela mão de outrém
Sábado 14 Novembro 2009 · 1 Comentário
Saimir Strati (albanês) bateu um novo recorde do Guinness. Muniu-se de imaginação, trabalhou com a criatividade, e inspirou-se no homem visado pela obra com a qual quis fazer um bocadinho de história.
O resultado? Um painel-mosaico gigante com o rosto do Rei da Pop a cantar. Imagino o trabalho que não deve ter dado.
Mas que está muito bom, lá isso está.
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Exactamente o que queria dizer, mas por palavras dele
Sábado 14 Novembro 2009 · 3 Comentários
Pelo sim, pelo não, vou metê-las num vaso com terra e regá-las com paciência. Pode ser que algum dia floresçam. Quero acreditar que gostas de flores.”
Porque sei exactamente o que é isso, e é precisamente essa a conjuntura dominante por estes lados. E porque eu não o teria expresso tão bem, de forma tão ilucidativa e maravilhosa. Furtado, roubado, gamado, surrupiado, saqueado ( ou outro sinónimo qualquer) do We’ll always have Paris.
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Wow!
Sábado 14 Novembro 2009 · Deixe um Comentário
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It’s perfect!
Sexta-feira 13 Novembro 2009 · 4 Comentários
Porque mais do que de sapatos gosto de malas e porque estamos a precisar de alegria, aqui fica esta magnífica. Quando vou ao Dolce ( agora ainda mais que antes) passo na montra da Valise só para a venerar. Tenho a certeza que viveríamos uma linda história de amor,compreensão, e tudo mais.
Mas há que ter esperança. Eu acredito que vamos ter um futuro juntas sweetheart.
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Ela morreu, snif!
Sexta-feira 13 Novembro 2009 · 1 Comentário
Não acredito que ela morreu. Era uma actriz como poucas e a sua alegria, notava-se, era contagiante. Como ela mesma dizia “só da gente ter direito a vida, é o suficiente para viver sorrindo.”
Pronto, mas por hoje já chega de mortes, sim?
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Sexta-feira (13)
Sexta-feira 13 Novembro 2009 · 8 Comentários
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Bedtime lotion
Sexta-feira 13 Novembro 2009 · 2 Comentários
É mesmo verdade que aconchega antes de pegarmos no sono. Só o cheirinho já nos dá todas as razões para dormirmos melhor. Não sei se como um bebé ( que há bebés mesmo atribulados), mas decerto como adultos quietinhos e fofinhos.
E com um extra: deixa a pele mais que suave.
P.S. Por acaso, e não sei se sou só eu, adoro o cheirinho dos produtos de bebé. Desde os sabonetes às toalhitas.
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Lições de vida
Quinta-feira 12 Novembro 2009 · 5 Comentários
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Dia péssimo, bah!
Quarta-feira 11 Novembro 2009 · 2 Comentários
Tive um dia péssimo. Mas pronto valeram os sapatinhos que me puseram um nadinha de nada mais acima de mim mesma. E o Michael Jackson em repeat no ipod toda a tarde enquanto lia acordãos.
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Felicidades??!
Quarta-feira 11 Novembro 2009 · 4 Comentários
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A raiva a espumar…
Quarta-feira 11 Novembro 2009 · 1 Comentário
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Um amor maior
Terça-feira 10 Novembro 2009 · 1 Comentário
Hoje em dia e talvez mais que nunca o amor tende a ser algo fugaz. Tende a ser uma coisa que queremos já prontinha ( qual pronto a servir) e despachadinha para encaixar em nós na perfeição e fazer-nos feliz a custo zero.
Mas lá no fundo todos sabemos que amor que é amor ( digno do nome) não é assim. O amor precisa ser alimentado. Quer atenção, compreensão, cedências, esforço, e umas tantas coisas mais nem sempre fáceis.
E eu, que nem me considero verdadeiramente romântica, acredito no amor. Tenho os meus momentos de descrença como toda a gente mas acredito. Ponho fé nele. Acredito em Romeus e Julietas, embora esteja certa e convicta que existam muito poucos por aí. A maior parte dos namoros e casamentos, não sejamos hipócritas, acontecem por acomodação. Porque mais vale estar com alguém de quem gostamos mais ou menos e tal a estarmos sozinhos e não constituirmos uma família.
Mas este post é sobretudo um incentivo à crença no amor.
No outro dia a propósito das comemorações do desaparecimento do muro de Berlim, passaram uma reportagem acerca de duas pessoas que se conheceram e que se amaram na época em que havia muro. Ela é alemã e ele polaco. Conheceram-se na Polónia e amaram-se imensamente. Todavia as influências externas levaram à separação. Ela voltou para a Alemanha e durante cinquenta anos não o viu. Mas não o esqueceu.Ele por seu turno casou no entretanto,mas sempre com a dita no coração.
Aquando a caída do muro, ela já velhota, não resistiu e foi à procura dele. Reconheceram-se logo, e hoje vivem juntos, felizes e contentes na Polónia. Casaram-se e tudo. Na reportagem a cumplicidade era notória e o sorriso ia de orelha a orelha.
E isto é a prova de que o amor vence tudo. É a prova que existem amores de verdade, inabaláveis que nem um maldito muro consegue extinguir.
E são situações destas que me acalentam a crença. Coisas assim devem-nos servir de inspiração e aconchego para o coração.
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Notas breves sobre a polémica instalada
Segunda-feira 9 Novembro 2009 · 3 Comentários
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Correntes de azar ( azarucho para elas)
Segunda-feira 9 Novembro 2009 · 2 Comentários
Tenho um ódio de estimação. Ok, talvez tenha mais, mas há um que figura no topo da lista negra. São precisamente aquelas correntes de azar medonhas que se infiltram no nosso mail a torto e a direito todos os dias.
Todas ( sem excepção) nos reservam um descalabro fatal e iminente se não as reenviarmos a não sei quantas pessoas num espaço de tempo definido. Ou seja, a decisão de termos uma vida mais que feliz cheia de caprichos realizados ou de termos uma vida desgraçadinha de meter medo ao susto está à distância de uns cliques. Ora, poupem-me.
Vamos lá ser realistas: por essa ordem de ideias eu já teria morrido umas centenas de vezes. Já teria tido doenças atrás de doenças e tudo a correr-me mal durante pelo menos uns mil anos.
E não pensem que sou céptica. Não sou mesmo. Até sou bastante crédula em coisas invisíveis ao olho humano e assim. Mas quererem fazer-me acreditar que um mail tem uma fórmula milagrosa de felicidade também é um bocadinho de mais.
Eu sei que não tenho a vida mais feliz do mundo. Sei que às vezes ( muito às vezes) acredito que me amaldiçoaram à nascença e que nunca vou conseguir fazer nada da vidinha. Que vou ficar encalhada para todo o sempre a viver num apartamento húmido tentando salvaguardar as roupas, sapatos,e malas só com um gato (preto) por companhia. Mas isto são pensamentos estúpidos sei reconhecê-lo. Não acredito mesmo que isso me vá acontecer.
Assim como não acredito que vá escorregar e partir uma perna dentro de meia hora se não reencaminhar e-mails. Até porque até ver nunca nenhuma das desgraças que os ditos profetizavam se concretizou.
E não, não me vão convencer mesmo que aquilo tem poderes. Nem a mim nem a ninguém.
Por isso pessoas que se divertem a criar tal estupidez, talvez fosse benéfico ( quer para vocês quer para toda a sociedade) que canalizassem essa vossa imaginação fértil para coisas digamos…mais úteis.
Um dia quando o sucesso vos bater à porta ainda me vão agradecer por este maravilhoso conselho.
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This is it
Segunda-feira 9 Novembro 2009 · 1 Comentário
Já fui ver duas vezes. Amei, venerei, quase chorei. O homem era um génio, autêntico génio. Iria ser sem dúvida o concerto do século.
Não acredito que tenha abusado de menores. Não acredito mesmo.
Aposto que era uma boa pessoa, excêntrica é certo, mas mesmo boa pessoa. Incompreendido acima de tudo. Acho que permanece vivo em cada um dos seus verdadeiros fãs. Já gostava muito dele, mas desde que comecei a pesquisar mais, a saber mais, tornei-me fã incondicional. Da sua música, da sua dança, das suas preocupações com o planeta e com as crianças à beira da miséria.
O povo ( sobretudo as más linguas que adoram falar do que desconhecem) pode tê-lo julgado mal, mas a história já o absolveu.
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Kevin Hill
Domingo 8 Novembro 2009 · Deixe um Comentário
Sim esta é a minha mais recente série de eleição. Adoro. Assim muito mesmo.
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Grrrr
Sábado 7 Novembro 2009 · 4 Comentários
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Wow!
Sábado 7 Novembro 2009 · 1 Comentário
Na minha próxima vida quero ter uns olhos assim. E pronto se não for pedir muito uns lábios assim também, sim?
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Preto e Branco
Sexta-feira 6 Novembro 2009 · 1 Comentário
Em cada um de nós há um lado positivo e um negativo. Todos temos aquele lado abominável, mais conhecido por diabinho, e aquele lado dócil e meigo vulgarmente chamado de anjinho.
São duas realidades que subsistem num único ser. E é engraçado pensarmos nas batalhas diárias que esses dois vectores travam.
Basta pensarmos naquele exemplo do autocarro ( e não me venham dizer que nunca andaram de autocarro. Todos os comuns mortais já andaram. Ok, a Paris Hilton talvez não. Mas eu escrevo para pessoas ditas normais com uma vida a roçar também o normal, right?). Vamos num autocarro a abarrotar e até nos doem os pés. Entretanto entra uma velhinha. O lado anjinho grita para lhe cedermos o lugar. Já o diabinho incentiva-nos a ficarmos sossegadinhos, olharmos para outro lado e não pensarmos mais no assunto que também nos doem os pézinhos, e se fosse a nossa vez também ninguém o faria por nós.
E como este há exemplos infinitos que dariam escrita para umas semanas. Acaba por ser uma questão de escolhas fazermos o certo ou o errado. Não o certo ou o errado perante os outros mas sobretudo perante a nossa consciência.
Seriamos hipócritas se dissessemos que o diabinho não ganha, nem que seja de quando em vez. Ganha sim senhor o malandro. Mas acho que o que interessa é melhorarmos passo a passo.
Não sei se ouvirmos sempre o anjinho traz benefícios garantidos. Mas sei que faz de nós pessoas melhores, e com um bocadinho de sorte alivia o nosso karma negativo.
Dizem os entendidos que se fizermos o bem recebemos o bem. Tendo a acreditar nisto. Acho mesmo que gentileza gera gentileza e sorrisos geram sorrisos.
Apesar disso há diabos danados, cheios de sorte. Talvez uma sorte fugaz. Quantas vezes já não dissemos que vaso ruim não quebra, hum?
Seja como for temos que acreditar que fazer o bem traz alguma recompensa para vivermos em paz. Quanto mais não seja paz de espírito.
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