O rei dos sentimentos: amor

22 Apr
O amor é sorrateiro e tal como a morte inevitável, uma vez na vida que seja. Chega com ar despercebido e camufla-se entre risos, cumplicidade, carinho. Não é como a paixão que se mostra desde logo avassaladora, fugaz. O amor, ao contrário, é lento. Necessita de uma estrutura, de uma base, de um pilar de emoções e sentimentos. O seu alimento é o querer bem, e jamais vem só.
Por vezes é bandido, outras tantas é doçura. Apanha-nos (quase) sempre de surpresa, como se esperasse a sua entrada em cena triunfante, gloriosa.
Não escolhe ninguém e ao mesmo tempo escolhe-nos a todos.
É certo que todos dizemos mal dele, mas saberíamos viver sem amor? Sem bem-querer? Sem aquele friozinho no estômago e sem o aperto no coração? Duvido.
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One Response to “O rei dos sentimentos: amor”

  1. Mokas Thursday 23 April 2009 at 00:08 #

    isto anda muito pink…. anda anda =P

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