Campo de batalha

10 Jul
Os meus amigos (que são tão ou mais loucos do que eu) acharam que era boa ideia juntarmo-nos todos para um joguinho de paintball. Acharam que andamos todos nervosos, com problemas emocionalmente variados, e que era positivo extravasarmos os pensamentos vingativos e raivosos numa actividade conjunta qual terapia de grupo. A promessa é sairmos de lá rejuvenescidos e de sorriso nos lábios. Só boas intenções, portanto.  E eu que costumo passar os domingos a anhar na paz do Senhor achei que devia dar uma cajadada na preguiça, que faz de mim a sua residência mais ou menos habitual, e ir conviver com algumas das pessoas mais divertidas do planeta. 
É claro que depois de ver alguns dos cenários da brincadeira fiquei um bocadinho reticente, visto que não me dou lá muito bem com florestas (aquilo parece mesmo um ambiente de guerra pelo que vi). Mas antes que me acusassem de ser uma medricas mantive a minha palavra. E no fundo é uma experiência nova e uma pessoa também tem que levar alguma coisa da vida (quanto mais não seja manchas de tinta). 
Por isso já sabem, se eu não voltar a escrever é porque sucumbi no campo de batalha. Quero tudo a torcer por mim. Here i goooooooo!
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