O dia começa como outro qualquer. Chá preto fumegante na chávena de porcelana, água quente a escorrer pelo corpo, aroma do creme que é já uma segunda pele. Ainda fico indecisa entre dar asas à preguiça e voltar para a cama ou sair para a rua e fazer parte dum mundo que não pára. Decido-me. Calço os sapatos ébano, coloco o perfume que me leva ao país das maravilhas, e saio. Afinal há um ano novinho em folha lá fora. Pronto a ser estreado.