Archive | January, 2012

Charlotte Olympia: Cindy Piano

24 Jan
Há mil e uma razões para se gostar de pianos. São minimalistas, apostam no preto no branco, associam sonoridade elegante a visualidade sofisticada. Prometem levar-nos a outros mundos com as suas notas. A mesma promessa nos deixam estes Charlotte Olympia por cerca de 308 libras, em tempos onde se (re)descobre o preto e branco, quer na moda quer no cinema. Para cenário perfeito só faltava tê-los nos pés enquanto me deliciava ao som de uma melodia. Tocada num majestoso piano, claro está.
Advertisements

As pernas de ouro deste Portugal

24 Jan
Numa época em que a palavra dominante é austeridade eis que se fica a saber que a nossa selecção de futebol  é a que mais vai gastar no Euro 2012. Qualquer coisa como 33 mil euros por dia. Ora se é verdade que em campo lideramos pouco, em luxo – está bom de ver – somos campeões. Pois claro, queremos os meninos bem tratados, mimados no spa, levados ao limite no ginásio, caprichos satisfeitos e disposição nas alturas. O problema disto é que, por melhores jogadores que tenhamos, por mais que se gaste no seu bem-estar, assim de repente não me ocorre nada que Portugal tenha ganho nos últimos anos. Ficamo-nos sempre pelo quase…ai quase éramos campeões, ai quase fomos à final, ai quase ganhámos. E a história, essa, não se compadece com os quases. Tampouco se faz deles.
Então se somos quase bons por que raio temos que ter instalações dignas dos melhores? Um três estrelas não cumpria os requisitos? Ah já me esquecia o quanto gostam algumas pessoas de viver de aparências. Estamos falidos mas frequentamos hotéis de topo. Afinal temos pernas de ouro que não podem repousar em qualquer cama, ora bolas!

Futilidade rima com liberdade

23 Jan
Enquanto alguns vêem na moda um mote de futilidade, outros vêem nela arte e criatividade. Indiscutível, parece-me, é que nela se respira liberdade. De ideias, de cortes, de conjugações. Que o diga a top model tunisina, nova musa da casa Lancôme, Hanaa Ben Abdesslem. Dona de uma beleza irreverente e pouco comum, ela é uma modelo vinda de um país onde a moda é equiparada à prostituição. É a mulher que se atreveu a desafiar mentalidades, e a fazer da imagem instrumento de trabalho num lugar em que a beleza só pode ser vista pelos maridos, no recato do lar. E foi precisamente na arte de desfilar que a modelo de olhos expressivamente penetrantes encontrou a liberdade para quebrar barreiras, sobretudo culturais.
Aqui está a prova de que a moda pode até ser fútil mas é, decididamente, muito mais do que isso.

Lost in Wonderland

23 Jan
Há dias em que nos apetece perder a cabeça em pensamentos enquanto caminhamos sem destino. Turbilhão de ideias que fervilham na mente, subordinadas a um qualquer poder real. Dias em que os sapatos gritam ao mundo que somos princesas do nosso reino. Este foi um desses dias. Blusa de renda à moda antiga, calções de veludo, casaco às bolinhas, e um toque de vermelho num mar negro.

O meu vício tem nome: Nouvelle Vague

21 Jan

Ando absolutamente rendida ao Nouvelle Vague que já tinha comprado o ano passado. Uma cor deliciosamente primaveril, que apetece levar nas unhas para passear à beira rio. Provavelmente de gelado na mão.

Golden skull day

20 Jan
Quando se adivinha um longo dia logo pela manhã, nada melhor que uma camisola quente, um colete deliciosamente aconchegante,  as botas que nunca nos deixam ficar mal por mais que andemos, e a mala onde cabe quase toda a nossa vida. Quanto aos acessórios? Gosto de caveiras e gosto de dourado.

Quero muito ver este…

20 Jan