Sempre gostei do Mickey. E da Minnie. Do sempre louco por dinheiro Tio Patinhas e da sua clã. Do Pluto, da Margarida… enfim, de toda aquela panóplia de personagens que nos pregam um sorriso nos lábios só por existirem. Talvez por isso desde criança sonhe ir à Disneyland Paris. Sou daquelas que acredita que se por lá vive um ambiente de mundo encantado capaz de colorir almas de miúdos e graúdos. A verdade é que, apaixonada como sou pelo mundo Disney, fico alegre só com a ideia. Nunca se concretizou é certo, mas sonhos são sonhos e arquitectamos sempre realizá-los. Esta conversa toda para não deixar passar em branco a data que muitos já conhecerão: A Disneyland Paris fez 20 anos. É quase adulta, mas ainda assim mais nova do que eu. Dizem alguns que não paga as contas nem dá lucro estando atolada em dívidas até ao tutano. Mas hoje não me apetece pensar nisso. Hoje só me apetece pensar que um dia, possivelmente breve, estarei lá a libertar a criança que há em mim num abraço apertado ao rato maravilha. E isso é o suficiente para me deixar feliz num dia especialmente acinzentado.