Escrito para todos, escrito para nós

11 Dec
Há uns tempos, ao ler um livro do meu adorado Arturo Pérez-Reverte, dei com uma passagem tão acertada quanto fatalista. Escrevi-a imediatamente no bloco de notas que trago sempre comigo, como aliás faço com tudo o que leio e me diz alguma coisa. Afinal, há coisas que sendo escritas para quem as quiser ler parecem ter sido propositadamente dirigidas a  nós, de tão bem que nos assentam. Hoje, ao folhear os meus próprios gatafunhos, deparei-me com ela. Por achar que merece ser partilhada, deixo- a aqui:

 

” De qualquer forma, sorrisos à parte, Coy estava convencido de que, na estranha ordenação do Universo, tal como no jazz – era um adepto fervoroso do jazz – aconteciam acasos, improvisações tão matemáticas que uma pessoa perguntava a si própria se não estariam escritas em qualquer lado.”
 
                                    Arturo Pérez-Reverte in O cemitério dos barcos sem nome
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