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The Queen: Kate Moss

1 Mar

kateGosto da Kate Moss. Sempre gostei. Ao longo dos anos, lendo entrevistas que dava aqui e ali, passei também a admirá-la. Não porque a ache especialmente bonita ou um mulherão. Mas porque sempre demonstrou uma postura correcta a nível profissional. Sempre se (re)ergueu independentemente da dimensão do escândalo em que estivesse envolvida, traçando uma linha marcada entre o que era trabalho e o que era a sua vida pessoal. Prova disso é o sucesso inquestionável e o protagonismo que adquiriu numa indústria instável, onde é preciso muito mais que uma cara bonita e um bom par de pernas para se chegar ao topo.

Por isso, ou porque a capa de Dezembro de 2001 da Vogue UK sempre foi uma das minhas preferidas, não pude deixar de votar para que fosse eleita a melhor capa de revista do século. A votação está aberta aqui e na corrida estão outras nove capas maravilhosas.

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VFNO Lisboa

16 Sep
Escrevo este artigo com um ligeiro, ou grande vá, atraso. A Vogue Fashion’s Night Out já aconteceu quinta feira. Espero que me perdoem ou, pelo menos, relevem. Mas porque acredito que as coisas boas são para serem partilhadas, e mais vale tarde do que nunca, aqui fica a minha pegada (ou terei antes que dizer o meu testemunho?) acerca da noite mais fashion do ano.
 
Cheguei ao Chiado por volta das 21h. Queria ter aparecido às 19h, mas tinha regressado da Jamaica nesse mesmo dia às cinco da manhã, pelo que adormeci completamente. Quando acordei os ponteiros do relógio já me olhavam, acusatórios, cientes de que me iria atrasar. Patetice a minha a de não meter o despertador. Mesmo assim, arranjei-me e deixei-me difundir pelo trânsito infernal que invadiu as artérias da cidade. E não me arrependi. Lisboa estava um caos, mas um caos bom. Música, pessoas, sorrisos tatuados nos lábios e olhos brilhantes de alegria. Fui de rasos porque acredito que há ocasiões em que os saltos não têm vez. A Fashion Night Out tem associada a si uma nota despretensiosa que, no meu entender, não casa com saltos acima dos três centímetros. Escolhas de outfits à parte, a verdade é que foi uma festa danada de boa. Tive oportunidade de conhecer a Sara Sampaio, na Calzedonia do Chiado, e de dar dois ou três dedos de conversa. Ela é ainda mais gira ao vivo. Não, ela não é gira. Ela é mesmo bonita. Daquelas pessoas de quem não conseguimos tirar os olhos, numa tentativa de absorver toda a sua beleza. Para completar ainda é simpática e bem falante. Terá algum defeito aquela mulher?
Acabei a noite a tomar um cappuccino dos bons no Starbucks, invadida pela alegria contagiante que marcou a noite. Por isso, muitos parabéns à Vogue.
A verdade é que, com a saudade fica a garantia de que para o ano há mais. E, estou certa, será ainda melhor.

Kate Moss sempre a somar

7 Jul
Esta senhora segue e soma. Não há nada que a derrube. Depois do casamento é capa da Vogue UK edição de Agosto. Acima de tudo gostei do ar sereno, e do estilo anos 40.

Speak Vogue

19 Jun
Sou uma apaixonada confessa de moda. Gosto de acompanhar as últimas novidades na indústria, não sei desenhar mas conheço os traços de alguns estilistas só de ver uma peça, devoro biografias dos ícones que marcam tendência, as revistas de moda fazem parte do meu dia a dia a ponto de um dos meus sonhos ser poder escrever numa. Gosto de sentir as texturas dos diferentes tecidos, gosto de ver como as pessoas combinam a roupa de forma a expressarem-se, gosto de sentir a arte inerente à moda, e gosto eu própria de brincar com os acessórios, as cores e os materiais. Porque o facto de por vezes não gostarmos de ver algo em nós não impede de o apreciarmos em outrem. A moda é acima de tudo um reflexo nosso, um espelho da sociedade.
Mas uma coisa é certa: os estilistas também têm peças feias. E digo-vos, por mais que pareça um ultraje, que há sapatos Louboutin que não calçaria bem como peças caríssimas que não usaria. Porque posso ser uma escrava da moda. Da minha moda, das peças que venero. Mas não sou escrava das marcas. Assim como ninguém deveria ser.